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Dia de Portugal

Bandeira de Portugal
“A tribo portuguesa sempre foi global. (…) O mundo está no nosso código genético e essa é uma das nossas vantagens comparativas.”.
Voando com os pés na terra – António Câmara

Bicicletas e Miúdas #2

Imagem de Miúdas e Bicicletas
Kortrijk, Bélgica. (via: cyclechic.be)

O dia em que viajei em Classe Executiva

Imagem de Airbus da TAP
TAP Air Portugal – Airbus A319 – CS-TTR. (via: virtualpilot88 / Flickr)

Esta é a história de um gajo, que no dia de Páscoa estava a apanhar um avião da TAP para Lisboa, no aeroporto de Bruxelas.

Após cerca de duas horas a entreter-me pelo aeroporto, tinha chegado finalmente a hora do embarque e como costume, forma-se aquela fila de pessoas que tendo lugar marcado querem garantir que a sua mala fica por cima da sua cabeça, o que até faz sentido.
Quando chegou a minha vez e entreguei o meu bilhete e BI à senhora que fazia a verificação, e eis que ela me pede que aguarde um momento, dirigindo-se posteriormente a um senhor que acompanhava todo o processo de embarque e que penso ser um representante da TAP em Bruxelas (não foi a primeira vez que o vi).
Como tinha feito o checkin na altura do voo que ia para o Porto, ainda pensei que estivesse a acontecer algum problema com a mala, mas para minha grande surpresa e após o tal senhor ter confirmado com um aceno de cabeça, que estava correcto, eis que ela volta com o seguinte discurso: “Mr Pedro, you have been invited to travel in bussiness class, and so your seat has changed, your seat it’s now the 4E, enjoy your flight”
A minha reacção foi qualquer coisa como “Espera lá, como é que é?” e assim um bocado abananado lá segui pela manga fora, até ao meu novo lugar de “Executivo”.

Para mim a classe executiva era um mundo à parte separado por uma cortina e uma diferença de preço abismal, era uma curiosidade que me estava distante e que não pensava conhecer tão cedo, portanto, claro que fiquei bastante contente.
As condições são diferentes, desde o que passa na televisão que já de si é maior, às toalhas quentes e húmidas para limpar as mãos, aos aperitivos e bebidas à descrição e com maior oferta, às escolhas de leitura, às refeições quentes e completas, aos bancos mais confortáveis e também a uma casa de banho privada só para a classe.
Ao meu lado sentou-se um holandês, também ele convidado e que ainda ia seguir para o o Rio de Janeiro para uma conferência, tivemos oportunidade de conversar um bom bocado, e lá pelo meio ainda lhe ensinei algumas palavras em português a pedido dele, deixou a promessa que voltaria a Lisboa, mas da próxima para conhecer a cidade.

Esta viagem foi assim algo de completamente diferente e bastante agradável, e foi por isso que decidi escrever este artigo.
Esta é a minha forma de agradecimento à TAP pelo convite; Se tantas vezes somos tão prontos a contestar, existem outras em que também devemos ser a agradecer. Obrigado!

Como aterrar um avião no Flight Simulator

Quando peguei pela primeira vez no Flight Simulator, achei uma piada louca à coisa. Afinal era só ter um tal de joystick e um computador razoavelmente bom e podemos voar pelo mundo inteiro num realismo bastante generoso.

Bem, eu não tenho o tal computador razoavelmente bom, mas tenho um joystick… e uma grande vontade de fazer filmes.
Quem me conhece, sabe que tenho alguma paixão por aviões, admiro conseguirem-se pôr 560 mil quilos no ar, com apenas 4 motores e uns truques de aerodinâmica, os aviões têm a sua imponência, e a isso chamemos-lhe um facto.

Mas voltemos ao Flight Simulator… o jogo trás um conjunto de missões explicativas, bastante adequadas a iniciantes, mas eu quando comecei a jogar estava mais afim de pegar em Boeings e Airbus e não tanto em avionetas ou motas com asas (se é que me faço entender).
Pegava num A310 escolhia o Aeroporto de Lisboa (LPPT) empurrava o acelerador e lá ia eu, tudo era perfeito, tinha o mundo aos meus pés… até que chegava a parte em que tinha de aterrar.
Nas primeiras vezes, lavrava o aeroporto, a auto-estrada e muitos prédios em Lisboa, nas segundas vezes pensava que o avião devia ter rodinhas como as bicicletas, para não bater com as asas no chão, nas terceiras vezes percebi que tanto fazia entrar de norte ou sul, o aeroporto continuava ser muito pequeno para mim, até que não chegou a quarta vez…

Na realidade, a quarta vez foram as missões de iniciante que devia ter feito, foram as leituras, e as leituras um bocadinho mais além do jogo, digamos que quando chegou à quinta vez, a coisa tinha outro nível, e tem sido cada vez melhor.
Foi por tudo isto, que decidi fazer algo que possa ajudar a quem queira levar as miúdas ao céu mas que depois não as consegue trazer de volta à terra… uma tentativa de ajudar todos aqueles que não conseguem ultrapassar as primeiras dificuldades de uma aterragem, desistindo assim de grandes voos.

Fica já o aviso que o realismo é mínimo e o intuito é mesmo esse, ser uma primeira e fácil abordagem. Quanto aos gráficos e paragens, bem, ai já não é propositado, são mesmo limitações da máquina que corre o Flight Simulator, com muita pena minha pois gostaria de continuar a fazer coisas novas e ainda melhores.

Fica o vídeo, uma vez mais, espero que seja útil e que gostem!

Bicicletas e Miúdas #1

Imagem de Miúdas e Bicicletas
Kortrijk, Bélgica. (via: cyclechic.be)

Sobre o caso Sócrates

Houve um dia alguém cujo o nome não me recordo, que disse o seguinte: “os jornais são de quem lá põem o dinheiro”.

Desde que José Sócrates se assumiu na linha de Primeiro Ministro, eu já ouvi dizer tanta coisa que fico confuso.
Primeiro, era a sua Orientação Sexual, depois passou-se para o Diploma, mais tarde voltámos ao Freeport, e lá pelo meio ainda se conseguiu meter umas Escutas ao Presidente da República, agora é o Face Oculta.

Sinceramente, não acham tudo tão demasiado?
Sócrates até pode nem ser grande espingarda, mas foi eleito por voto democrático e não pelo número de Jornais Sol vendidos. Será que a programada Asfixia Democrática não se passa realmente mas dentro das redacções dos jornais, que só vendem a toque de escândalo e publicam noticias em segredo de justiça com uma impunidade total?

Se fosse o vosso nome, se fossem vocês… acham que é por esta via que emitem julgamentos? Se Sócrates sair, se Sócrates cair pela difamação e consecutivo desgaste de quem tem sido alvo, nesse dia recuamos mais de 500 anos, é que apesar de tudo, na prova de crime, os julgamentos ainda são e devem feitos em tribunal.

Desliguem a TVI por uns minutos e esqueçam a Ex-deputada do CSD, metam de lado os jornais da empresa que viu frustrada uma OPA à PT, sentem-se em cima do ensolarado jornal da Opus Dei, e pensem realmente sobre o assunto.

Também recomendo a leitura deste já que acabei de assinar este.

Por uma Primavera cheia de bicicletas!


Agora que o Inverno vai indo, é altura de arranjarmos uma bicicleta!

Mas onde raio está o Matt?

Matt Harding, era um antigo designer de vídeos jogos. Um dia, teve a ousada ideia de largar o que fazia e ir viajar pelo mundo patrocinado por uma marca de pastilhas elásticas.
Os três vídeos de Matt tornaram-se um sucesso, no último, em 2008, por entre imensos sítios ele passou por Lisboa, e o resultado foi este:

A minha almofada…

Esqueçam lá os computadores por um bocadinho, afinal uma boa noite de sono ainda é uma boa noite de sono.

Estive para escrever isto na altura do Natal, digamos que podia ser uma boa ideia para as vossas prendas, ainda assim e para que não pensem que alguém me está a pagar por este artigo, faço-o hoje, espero que possa ajudar a que esta nova década vos possa dar um sono melhor.

Há cerca de um ano atrás, devido a uma circunstância chata causada pelo Eczema (Dermatite Atópica), tinha alguma dificuldade em dormir, devia-se unicamente ao facto de alguns compostos dos tecidos me fazerem alergia na pele, acabando por causar pequenas inflamações e muita comichão.
Na altura, comecei à procura de pequenas soluções que pudessem atenuar o efeito causado por esta alergia, maior parte delas foram cremes hidratantes, e ainda assim a parte da noite não era muito agradável. Foi então, devido uma necessidade e uma feliz coincidência, que vos chega hoje a história da minha almofada.

Tinha passado pela FIL para ir ver o Portugal Tecnológico, durante uma das voltas ao pavilhão, dou por mim a olhar para um conjunto de folhetos da Pato Rico, peguei num e trouxe, mas só em casa é que realmente lhe dediquei algum tempo.
Salvo erro, o folheto dava a indicação de que as almofadas de penas de pato evitavam o sobreaquecimento, tal como o facto de serem anti-alérgicas entre alguns outros detalhes que não me recordo de todo…
Para mim teve relevância a parte relativa ao sobreaquecimento, isto porque o sobreaquecimento da superfície da pele pode piorar o estado do Eczema, e afinal, era essa experiência pela qual eu estava a passar.

Um mês mais tarde, acabei por comprar uma Almofada de Penugem que me custou cerca de 80€, foi pois nesse dia que descobri o Ferrari de um sono espectacular!
Sabem aquelas almofadas que muitos sítios chiques têm e que que nos sabem tão bem pela manha? Pois bem, são precisamente essas.
A almofada foram dois grandes bónus, o do Eczema que entretanto deixou de existir, e também o das dores de pescoço que deixei de ter.
É por tudo isto que decidi partilhar o meu caso convosco, se tiverem cerca de 80€ para investir em vocês, nem pensem duas vezes em comprar uma Almofada de Penas Pato Rico, é que garantidamente nunca mais vão querer outra.

Bons Sonos!