Fotografia de Pedro Cavaco

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Um vídeo do BarCamp 2007


Alguns momentos da edição do BarCamp deste ano em Coimbra!

Voltei do BarCamp 2007 em Coimbra

E com mais 14 gigas de vídeo na câmara de vídeo, quando poder disponibilizo… entretanto vou tentar compilar um misto.

Já cá cantam!

SoundClash

Blasted Mechanism

Blasted MechanismNamaste. Falar dos Blasted Mechanism só pode ser algo diferente. Esta banda portuguesa formada em 1995 por Valdjiu e Karkov veio mudar para sempre o nosso conceito de rock alternativo, não são simplesmente diferentes, são criativos. Vindos de uma outra galáxia num espaço-tempo que se quer ousado, lançaram seu primeiro EP entre 1996/98 que deu pelo nome de Balayhashi e esgotou duas edições, tornava-se simultaneamente o EP mais vendido em Portugal. A discografia dos Blasted foi um mecanismo de sucesso exponencial, não acho injusto assumir que se esta banda nacional tivesse nascido em solo norte-americano, teria um sucesso de topo, mesmo inabalável, ao mesmo tempo fico contente por nunca ter sido assim.

É falso assumir a banda só pelas músicas que fazem, na realidade a banda centraliza-se em palco, onde a uma concepção de música universal com instrumentos de todo o mundo e alguns também inventados, se une todo um teatro de coreografia e acessórios bastante bem conseguidos. Já actuaram com nomes como, Rage Against the Machine, Moby, The Prodigy, Chemical Brothers, System of a Down, entre muitos mais, têm alcançando um sucesso sustentado e sem dúvida merecido.

O último álbum Sound in Light que conta com a participação de Rão Kyao e o mestre da guitarra portuguesa António Chainho, é um álbum moderno que se expande  num lado B com o nome Light in Sound completamente disponível na rede global (online). O espírito é união, para os muitos que pensam o que leva esta banda a piratear o seu próprio álbum a resposta talvez se encontre numa visão e num conceito que muitos num mundo em globalização não atingiram. Partilhar a cultura deve ser um crime tão grande como dissipar energia num concerto de Blasted Mechanism… Cause when the sun goes down you may be facing the end! encontre-se por aí inter-planetária malta: Blasted People

Aqui ficam algumas ligações da banda:
Entrevista LxJovem no Sapo Vídeos
Clips da banda no YouTube

Vodafone Soundclash, aí vamos nós!

Prepare for the Battle of Tribes!

OOXML, tamos fora cara!

Os bons exemplos são para ser congratulados… o OOXML não se insere no âmbito da Ordem e Progresso e por isso o Brasil está de Parabéns!

Live Summer at Stickers way

Se há coisa que me transcende completamente na generalidade diária é a síndrome da parvoíce linguista (SPL). Ontem à noite passei num hipermercado aqui da zona para ir comprar iogurtes, quando por cima de mim começam a pairar umas rodelas de publicidade do regresso às aulas, a dizer para criar os meus Stickers personalizados (ou qualquer coisa do género). A primeira coisa que me veio à cabeça foi questionar se existia um mercado percentual de ingleses no regresso às aulas nacional, mas por "ignorância" afastei essa hipótese, foi aí que a coisa me baralhou. Um sticker é um autocolante, os fundamentalistas da intraduzíveis palavras da moda, podem parar de ler aqui… esclarecido isso, o que leva uma cadeia de hipermercados nacionais a oferecer stickers e não autocolantes? a minha opinião é: pura parvoíce. Mas não é tudo, este é um caso entre milhares de um país fashion, que cria e incentiva planos de leitura para broncos como eu, mas que ignora e descontextualiza totalmente a aplicação da língua portuguesas em coisas e sítios comuns do nosso dia a dia. O Almada Forum por exemplo, oferece-nos um Live Summer, porque de outra forma seria, bacoco? Uma marca internacional é algo que vem de origem, mas o mesmo já não acontece com as contextualizações, se é correcto as marcas permanecerem fixas ao que são e aplicarem a linguagem de informação ao alvo do país de destino (porque também é isso que as faz), é ridículo um país assumir chuchas internacionais só porque sim, a cultura deveria marcar pela diferença e diversidade em todos os aspectos. Weakness of attitude becomes weakness of character!

Em dias como este, desligo a televisão

Eu sou daqueles gajos que não vai à bola com bola, senão apoio a empresa que me faz a tostadeira cá para casa e me proporciona umas boas tostas, porque haveria de apoiar um empresa desportiva, que mete 11 calhaus a correr durante 90 minutos e não me dá ganho nenhum. Ao contrário da tostadeira, as feras do futebol são como os mercenários, vestem as camisolas do interesse. O curioso no meio disto tudo é pré-disposição da generalidade das pessoas em perder tempo e dinheiro com a fé criativa de pensar que ainda existem clubes, então não.

Quando um acaba um outro começa

O Cosmos de Einstein O Olho do Mundo