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Uma nova fase e novos desafios!

Está quase a fazer um mês, mas a realidade é que as coisas mudaram, se à um mês não era tio e era estudante, hoje sou tio e dei inicio à minha carreira profissional.
Dois “desafios” tão diferentes, de grande responsabilidade e orgulho!

Portugal Melhor


Porque tal como este vídeo, a esperança é contagiosa, Portugal Melhor!

Aplicações de algibeira: picplz

Imagem do picplz Hoje vou falar de uma aplicação para Android, que me tem dado algum gozo usar, a picplz. Esta aplicação simples e ao mesmo tempo divertida, permite-nos de um forma rápida e intuitiva tirar fotografias, aplicar-lhes (ou não) um filtro e por fim publicar o nosso momento/arte para o resto do mundo ver.
Ao permitir a integração com os principais serviços sociais Facebook, Twitter, Flickr, Tumblr, posterous, foursquare e Dropbox, na minha opinião esta aplicação ganha todo um potencial que até agora não consegui gostar/encontrar em qualquer outra.

Com um interface básico mas completo, o picplz é sem dúvida alguma “uma aplicação de trazer na algibeira” que nos faz rentabilizar de uma forma bastante prática e agradável a câmara do nosso smartphone.
O que para mim era mais uma aplicação a experimentar, tornou-se rapidamente um vicio diário, o fotolog que nunca tive e que está ligado a todos os serviços que tenho, é bestial!

Deixo-vos alguns exemplos de fotografias minhas, e o convite para nos encontrar-mos por lá

Failstation Network

Se algo mais poderia acontecer ao Japão… aconteceu!
A Sony uma das gigantes e grandes marcas nipónicas, está sobre “ferro e fogo” desde que à já uns dias e sem motivo aparente a Playstation Network (PSN) simplesmente deixou de funcionar.
Milhares de Playstation 3 e PSP ficaram sem acesso à Internet impedido assim qualquer tipo de funcionalidade online, a mais importante delas, o multiplayer para os jogadores.
Se a situação já de si era má, hoje e após vários dias sem justifcação alguma, a Sony avisa que todos os dados dos milhares de utilizadores poderão estar comprometidos, e não estamos apenas a falar de passwords, estamos também a falar de dados de cartões de crédito que permitiam a compra de jogos na loja da PSN.
Se por cá a situação pode ser facilmente minimizada devido ao grande sistema MBnet, a nível global a única alternativa será mesmo o cancelamento de milhares de cartões de crédito!

A Sony levou dois tiros, e ainda nem se levantou do chão.

Apache e Django em Windows – 2º parte

Esta é a 2º parte de um artigo, a 1º parte pode ser econtrada aqui.

Vamos começar por enunciar o que já fizemos até ao momento:
1º – Configuramos o pythonpath
2º – Instalámos o módulo wsgi
3º – Instalámos o Django

4º passo – instalar a Base de Dados
O Django requer uma base de dados para funcionar, pelo que habitualmente as duas das opções mais imediatas são o PostgreSQL ou MySQL, seja qual for a opção, os passos a tomar são semelhantes.
Caso a vossa escolha recaia sobre o PostgreSQL, após o mesmo estar instalado e configurado, devem instalar o Psycopg, como o que precisamos mesmo é o binário para Windows, ele pode ser descarregado aqui (consoante a vossa versão do PostgreSQL).
Se a vossa escolha for MySQL (caso ainda não o tenham), nesse caso após a respectiva instalação e configuração, devem instalar o MySQL-python ou mais especificamente, o seu binário para Windows, que pode ser encontrado aqui.
Tanto o psycopg como mysql-python são adaptadores que permitem “uma comunicação directa” entre o vosso interpretador e a base de dados.

5º passo – criar um projecto Django no htdocs
Agora que o sistema está práticamente todo a funcionar, vamos criar um projecto na pasta htdocs do vosso Apache.
Primeiro vamos necessitar novamente do ficheiro django-admin.py que tal como anteriormente, se econtra na pasta principal da vossa instalação do Python, no meu caso: “C:/Programas/Python27/django-admin.py″.
Copiem o ficheiro para a vossa pasta htdocs que habitualmente se encontra em “C:/Program Files/Apache Group/Apache2/htdocs/” e executem os seguintes passos, como no meu caso estou a usar o XAMPP, o processo seguinte será algo como:

– cd C:/Program Files/XAMPP/xampp/htdocs/
– django-admin.py startproject exemplo
– cd exemplo

Agora que o projecto está criado, podemos fechar a Linha de Comandos e vamos sim aceder à pasta do mesmo (através do Explorador do Windows), já dentro da pasta “C:/Program Files/XAMPP/xampp/htdocs/exemplo” vamos criar um ficheiro a que vamos dar o nome de django.wsgi e introduzir o seguinte texto dentro do ficheiro:

import os, sys
sys.path.append(‘C:/Programas/Python27/’)
sys.path.append(‘C:/Program Files/XAMPP/xampp/htdocs/’)
sys.path.append(‘C:/Program Files/XAMPP/xampp/htdocs/exemplo’)
os.environ[‘DJANGO_SETTINGS_MODULE’] = ‘settings’
import django.core.handlers.wsgi
application = django.core.handlers.wsgi.WSGIHandler()

Este ficheiro .wsgi é o responsável para o que o vosso Apache compreenda que está a lidar com um projecto de python e mais especificamente de django, pelo que cada novo projecto que criem futuramente, necessita de ter um ficheiro de configuração .wsgi à semelhança deste.

6º passo – configurar o httpd.conf
Para fazer a configuração final do httpd.conf devemos ir novamente à pasta /apache/modules/ e abrir o respectivo ficheiro, httpd.conf.
Com ficheiro já aberto no vosso editor preferido,  procurem a secção do DocumentRoot e na seguinte a essa, adicionem os seguintes dados, que devem estar em conformidade com a pasta (nome) que deram ao vosso projecto, anteriormente:

WSGIScriptAlias /exemplo “C:/Program Files/XAMPP/xampp/htdocs/exemplo/django.wsgi”
<Directory “C:/Program Files/XAMPP/xampp/htdocs/exemplo/”>
AllowOverride None
Options None
Order deny,allow
Allow from all
</Directory>

 

Alias /media/ “C:/Programas/Python27/Lib/site-packages/django/contrib/admin/media/”

Por cada novo projecto que queiram realizar com o Django de forma integrada ao Apache, devem sempre adicionar uma configuração respectiva como a que está exemplificada acima.
A única exepcção vai para a a linha final “Alias /media/…” que serve apenas para indicar ao Apache onde se encontram os ficheiros de média (imagens, etc) para a área de administração, e que é transversal a todos os projectos.

7º passo – Finalização
Agora que concluímos todos os nosso passos, a instalação do Django já deve correr nativamente como o vosso Apache, pelo que o http://127.0.0.1/exemplo deverá ser o vosso ponto de partida para explorarem este novo? mundo.
Devem ter em mente que cada alteração estrutural a nível de configurações (e isto já dentro do próprio Django) requer por vezes a reinicialização do vosso servidor, isto deve ao facto de o vosso esqueleto de funcionamento em Windows ser algo como:
Python <–> ( MySQL/PostgreSQL <-> mysql-python/psycopg ) <—> Wsgi   <–> Apache <–> Wsgi <—> Django
Espero que este artigo possa ser útil, e que seja aquele que eu não tive para chegar lá com sucesso.

Lembrem-se “Don’t fight the environment and go with the flow

O primeiro IP suspeito da ACAPOR

Este também deve ir na lista… não deixem de ver a galeria do autor

Apache e Django em Windows – 1º parte

Quem pretende ter um ambiente de produção para o Django juntamente com seu servidor Apache, no Windows, não tem propriamente a vida facilitada, existem algumas voltas a dar, e são precisamente essas voltas que aqui vou deixar explicadas na eventualidade de poderem ser úteis a alguém.

Neste artigo, que na realidade são 2, vou assumir que já têm o Apache instalado juntamente com o Mysql, ou Postgresql, ou um daqueles vulgares pacotes conhecidos como WAMP ou XAMPP (Windows – Apache – Mysql – PHP) e claro, o nosso famoso Python, pode ser mesmo a versão 2.7.

Existem três factores essenciais para o sucesso deste processo, sendo o primeiro um editor de texto, o segundo a consulta dos error log do Apache, e o terceiro e mais importante, paciência.

1º passo – configurar o pythonpath
O nosso primeiro passo vai ser configurar o pythonpath, que dito de outra forma significa que vamos dar a entender ao sistema que quando escrevemos python na “Linha de comandos”, ele deve automaticamente abrir o python, coisa que por defeito não faz.
Convém saberem qual a pasta onde instalaram o python, o que no meu caso e exemplo está em: “C:\Programas\Python27”.

Executem então os seguintes passos:

– “Propriedades o sistema” (clique direito em “O meu Computador/Computador > Propriedades)
– Separador “Avançadas”
– Botão “Variáveis de ambiente”  (no canto inferior direito)
– Na secção que diz “Variáveis do sistema” carreguem no botão “Novo…”
– No “Nome da variável” escrevam “PATH” (sem aspas)
– No “Valor da variável” escrevam a localização do vosso python no meu caso “C:\Programas\Python27” (sem aspas)
– Carreguem “Ok”, depois novamente “Ok”, “Aplicar” e “Ok”

Abram agora uma Linha de comandos e confirmem que quando escrevem python ele abre o interpretador. Está feito.
Em versões mais antigas do Windows pode ser necessário reiniciar, e uma qualquer Linha de comandos aberta, antes do processo estar concluído não irá funcionar.

2º passo – mod_wsgi
Uma das abordagens que até ao Python 2.6, podia ser feita, era a instalação do Mod_python, no entanto a versão 2.6 é última a ser suportada o que nos deixa de fora qualquer tipo de integração caso optemos pela versão mais recente.

Assim sendo e para nos facilitar a vida entra em cena o mod_wsgi, que tal como o Mod_python é uma “camada de comunicação” entre o vosso servidor (Apache) e o compilador (Python), vão ao site e façam o download do binário para Windows correspondente à vossa versão (2.6 ou 2.7).
Após o download estar feito mudem o nome ficheiro de qualquer coisa como: mod_wsgi-win32-ap22py27-3.3.so para mod_wsgi.so e copiem-no para a pasta /apache/modules/.
Após o ficheiro mod_wsgi.so estar dentro da pasta /apache/modules/ vão à pasta /apache/conf/ e abram o ficheiro httpd.conf com o vosso editor de texto preferido.

Procurem a parte LoadModule e no fim dos vários LoadModule ascrecentem o seguinte:

LoadModule wsgi_module modules/mod_wsgi.so

Deverão ficar com algo do género:

#LoadModule version_module modules/mod_version.so
#LoadModule vhost_alias modules/mod_vhost_alias.so
LoadModule wsgi_module modules/mod_wsgi.so

Procurem agora mais abaixo a parte que diz AddHandler e acrescentem o seguinte:

AddHandler wsgi-script .wsgi

Deverão ficar com algo do género:

AddHandler cgi.script .cgi .pl .asp
AddHandler wsgi-script .wsgi

O módulo wsgi está agora pronto a funcionar, após reiniciarem o vosso Apache.

3º passo – instalar o Django

A forma mais correcta de conseguirem ter o vosso Django sempre actualizado é através do download por SVN, no nosso caso vamos apenas fazer o download do pacote que se encontra no site, o que na altura deste artigo é o “Django-1.2.4.tar.gz”.
Após o download do ficheiro estar feito, descompactem-no  e mudem o nome da pasta “Django-1.2.4” para apenas “django” de seguida copiem essa pasta para o equivalente da vossa directoria python:

C:\Programas\Python27\Lib\site-packages\

Abram a linha de comandos, entrem na mesma directoria, e corram o seguinte comando:

python setup.py install

Se tudo tiver corrido bem, o vosso Django está agora instalado.
Na eventualidade de algo ter corrido menos bem, instalem o exemaker,e na pasta equivalente a:

C:\Programas\Python27\Lib\site-packages\django\bin

corram o seguinte commando:

exemaker django-admin.py

Neste momento o vosso Django deve estar pronto a ser utilizado, embora ainda não esteja agregado ao Apache, podem desde já fazer uso dele, para isso criem ou/e acedam a uma qualquer pasta, por exemplo  C:\exemplo\ e copiem o ficheiro django-admin.py que se encontra dentro da pasta equivalente a:

C:\Programas\Python27\Lib\site-packages\django\bin

para a pasta que escolheram (neste exemplo):

C:\exemplo\

Após copiarem o ficheiro, abram uma Linha de comandos e tomem o seguintes passos:

– cd C:\
– cd exemplo
django-admin.py startproject nomedoprojecto
– cd nomedoprojecto
python manage.py runserver

Abram o seguinte endereço no vosso browser http://127.0.0.1:8000 e à vossa frente terão o Django em funcionamento.

Tron

Acabei agora mesmo de vir do cinema, fomos ver o TRON.
Não sendo adepto da tecnologia 3D, hoje nem me importei de por os óculos e entrar nos ciclos deste épico legado, é que afinal, o filme está qualquer coisa de bom.
Não existindo por ai muitos filmes de um tal universo geek, ver filmes como o novo TRON, é como receber um tal sinal, isto claro, mantendo sempre aquela marca e agora aquele som bem possante dos Daft Punk.
Se os filmes nos devem levar para o seu universo, então, eu estive lá, e gostei, gostei mesmo!

200 países e 200 anos em 4 minutos


Uma representação estatística brilhante dos últimos “grandes” 200 anos.