Fotografia de Pedro Cavaco

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Movimento 560 – uma capa de jornal!

Movimento 560 no Jornal de Negócios
Esta foi a capa do Jornal de Negócios a 11 de Agosto de 2005, tinham passado aproximadamente 3 semanas, desde o nascimento do Movimento 560 e não é injusto dizer que esta, foi uma das referências de grande peso no seu desenvolvimento.   

OpenOffice PT com nova liderança…

Segundo este artigo do Vítor Domingos o OpenOffice Portugal vai mudar de liderança. Será que é desta que se torna um projecto comunitário, como sempre foi suposto ser? Até lá fiquem com a vontade na prateleira do supermercado, ou algo assim do género. 

Movimento 560 – um anuncio!


Este foi um dos anúncios, realizados em prol do Movimento 560, em Fevereiro de 2006 após uma reunião com departamento de Marketing do Grupo Auchan. Este anuncio esteve presente nos meios televisivos durante o mesmo mês.

AP – Suspensa

Na sequência do que tinha falado anteriormente, surgem agora outros desenvolvimentos… Para que saibam o que é a AP, volto a por a minha fotografia de Janeiro no cabeçalho deste local.

Campus Party Cancelada

A Campus Party Portugal foi mais uma vez cancelada, existem muitas especulações sobre o que se passou ou continua a passar na organização deste evento que pela segunda vez consecutiva falha. Não querendo, mas sendo duro, as Lan Party ou Campus Party não servem para gerar lucro e esse é talvez o maior problema dentro das "organizações" de eventos deste género. A emancipação da banda larga é um facto, mas não sejamos irónicos ao pensar que é isso que desmotiva os aficionados e exploradores deste tipo de eventos, a ficar em casa, é totalmente errado. Num país economicamente instável, pagar muito mais de 100 euros (sim porque ninguém vai pé) para estar dentro de um recinto totalmente tecnológico é um cenário fraco e uma visão apertada. A meu ver a Campus Party Portugal. falhou por vários motivos, sendo o primeiro e como já referi o preço praticado, mas não menos acompanhado por uma entrada tarde na divulgação em que quase se descobre por acaso a existência em Portugal, de um evento que pressupõem 2500 pessoas, fazem-se notícias nos média com muito menos. Outro cenário que mudou muito foi o tipo de participantes, na realidade assumo dizer que existem dois tipos de participantes inerentes a eventos do género, os que vêm para ganhar algo ou promover e aqueles que vêm para conviver e mudar ares, sim porque que nem todos são misantropos. Agradar a ambos os tipos de público é uma tarefa dura, normalmente aliviada pelo alargamento das áreas de participação, estas se por um lado alimentam a escolha têm também um papel manipulador de massas, no entanto é necessária muita informação, mas informação rápida. A pior ferida surge no entanto do tecido empresarial português, que é a meu ver é maioritariamente fraco, mesquinho e pouco empreendedor (o que implica a falta de visão), tudo condensado explica a limitação objectiva de criar iniciativas potentes e prolongadas neste país, será que o choque tecnológico é só mais um livro teórico sem conexão lógica de contextos?

As 7 magavilhas

Ontem meteram a Jeniffer Lopez a cantar música pimba em inglês no espectáculo das 7 Maravilhas… é o mesmo que por a Ágata a cantar: eu continuo a ser a Ágata la do bairro! dantes tinha um bocadinho agora tenho um bocadão! tem tudo a ver com o tipo de evento, tudo.

Em ambiente de respeito

Aqui perto de onde eu moro, existe uma fábrica de adubos. Embora esta, sempre tenha tido a sua perna de pau na questão ambiental, pois uma fábrica é uma fábrica, há muitos anos que as pessoas convivem com ela, de certa forma até faz parte. Nós portugueses temos uma maneira muito própria de ser, a chamada deixa andar, foi precisamente o que a população aqui da zona fez, quando à cerca de um mês a Unidade 150 começou a emitir mais do que devia. Não é complicado interiorizar os efeitos negativos e o incomodo que emissões sulfurosas (dióxido de enxofre) podem fazer, aqui chegou-se ao ponto de não se conseguir andar na rua, pela irritação que causava, acordava-se e adormecia-se num autêntico nevoeiro transportado ao sabor do vento. Foi então que saturados pela consequente falta de respeito, determinados habitantes começaram a ligar para a SEPNA ( Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente) com o número 800 200 520 (uma espécie de ASAE do ambiente), entre os carros da GNR a confirmar as queixas porta-a-porta e os nº de processos criados (talvez centenas) aconteceu algo que tinha de acontecer. Desde à 2 dias para cá que a Unidade 150 está suspensa, consta por ai que por falta de filtros… para quem acha que nunca se pode fazer nada, aqui na zona em dois dias resolveu-se tudo.

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Bruxelas e o imposto sobre o imposto

Bruxelas quer que o Estado deixe de cobrar imposto sobre o imposto, automóvel. Até faz confusão ouvir esta notícia, fica-se com a mínima percepção ou ilusão, que os impostos são coisa séria.