Quando faltam pouco mais de 20 dias para partir rumo à Bélgica, fazem-se as últimas compras e organizam-se aquelas pequenas coisas, aqueles pequenos pormenores.
Bruxelas é uma região chuvosa e fria por estas alturas, hoje estão 4º de máxima e 1º de mínima, o que implicará por certo mudanças nos meus hábitos de vestuário e de dia a dia, quebra-se uma “rotina”.
No próximo mês de Fevereiro, passarei a ser cada vez mais, um cidadão do Mundo! A verdade é que me aventurarei por esta nossa Europa direito à orla da sua capital, Bruxelas, Leuven.
Não sei o que me espera e na realidade nem quero saber.
Tudo será novo, diferente e ao mesmo tempo desafiante, será uma oportunidade única da qual espero tirar e viver boas experiências. Erasmus é provavelmente a maior viagem de sentimentos que um estudante tem, é a enorme saudade pelos que cá ficam e a grande expectativa daquilo que nos espera.
É isso mesmo, e assim seja.
Para os que me acompanham neste blogue, as coisas acabam por mudar também, este passará a ser o meu diário, onde partilharei tudo aquilo que achar interessante ainda que para muitos possa parecer chato ou lamechas.
Quero com isto dizer, que a minha “odisseia” está em contagem decrescente, espero poder contar com a vossa companhia, por terras belgas.
A única diferença entre os foguetes de Ano Novo e os foguetes das festas municipais, é a falta da típica fartura e também do gritante vendedor ambulante.
Num planeta que se quer sustentável, criativo e brilhante, os anos são apenas marcos, são pontos de passagem onde nos reinventamos a nós próprios e ao mundo.
Parece que transcreveram o livro Equador de Miguel de Sousa Tavares e o puseram a circular por essa Internet fora, de forma “gratuita”.
Tudo isto porque MST terá “dito” uma coisa que afinal nunca disse.
Tendo em conta que o Equador está a cerca de 17€ e uma caixa de Aspirina conjuntamente com um bom encosto nunca ficará por menos de 100€, torna-se óbvio que não estão a prejudicar Miguel Sousa Tavares, mas sim imortalizar a sua obra.
Só alguém com muita força de espírito ou que viva longe de uma biblioteca, estará disposto a ler o Equador num monitor, ou ir a correr para uma reprografia fazer a sua impressão alternativa.
Hoje tive a infelicidade de passar um buraco pelo carro, algures em Setúbal. Toca a estacionar no Jumbo olhar para o pneu e verificar o que seria óbvio depois daquela pancada, um furo logo pela manha!
Qual a parte positiva da coisa?
Finalmente achei o 3º pé da base da árvore de natal, que incrivelmente se encontrava escondido por baixo do pneu suplente.
Qual a parte negativa?
Dois pneus novos de marca jacaré e 100 euros de despesa na oficina.
O Forum (Fórum) Barreiro, tem perto do elevadores uma placa que dita o qualquer coisa como o seguinte: Help Point!
São palavras inglesas totalmente desnecessárias, numa cidade portuguesa que de turismo tem muito pouco.
Fica portanto a questão, se o Help Point não é para ajudar o ingleses, porque motivo está escrito em inglês? ignorância, provincianismo ou pura parvoíce?