Fotografia de Pedro Cavaco

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Parvoíces…

Por engano, estive perto de apagar a tabela de comentários desta chafarica, há instantes. Não fosse a vontade súbita de por a mão à caixas das nozes e tinha feito merda, do latim, merda.

Kindle Surpresa da Amazon

O Kindle da Amazon, está com certeza a concurso para maior FLOP do ano na categoria de mini pedra mármore com wireless incorporado.  

Cidade, o microfilme em votação…

Pois é, findo o prazo de envio de filmes para o Festival de Microfilmes de Lisboa, começa agora o período de votações. Assim sendo, resta-me pedir a quem gostou do meu microfilme, que vote nele.
Obrigado!

Uma tarde pelo Vasco da Gama…

Hoje, lá foi a malta ver o Beowulf ao cinema do Vasco da Gama.
Como obrigatoriamente experimentámos o REALD, saimos da sala com uma moca extraordinária, ainda por cima por apenas 1,5€, aconselho.
O filme tem a sua piada, não é nada demasiado bom, às tantas com os efeitos alucinantes que os maravilhosos óculos do REALD nos proporcionam, o filme é o menos.
Foi uma tarde muito bem passada, onde pela primeira vez equacionei a hipótese de a Bertrand estar a tentar evitar vender livros, é  que com diferenças de 3€ no último livro do Harry Potter a uma distancia de 5 passos da Press linha, só pode mesmo ser um atentado.  

Fedora 8, uma pequena análise…

FedoraDecidi experimentar o novo Fedora 8, a primeira distribuição Linux que instalei na vida foi o Red Hat 5.2, quando ele ainda era bem cinzento e fosco, hoje o cinzento sou eu. Depois disso, nunca mais voltei ao chapeuzinho vermelho, talvez porque o Slackware fosse muito mais a onda do momento, talvez porque o Fluxbox, fosse na altura o meu conceito chave de um bom Desktop

O novo Fedora está bastante bom, o processo de instalação está muito facilitado e concreto, não existem opções a menos nem a mais, existe tudo aquilo que necessitamos para instalar correctamente o sistema operativo com facilidade. O processo pós instalação foi no meu caso um bom exemplo, sem os drivers proprietários como manda a boa politica da distribuição, tudo ficou a funcionar no sitio certo, desde a resolução ao hardware, estava tudo no sitio.

O yum actua na distribuição como synaptic ou o apt-get, mesmo com o livna (um repositório não oficial e não tão livre), a variedade de aplicações ou recursos que se podem obter lá é comparativamente menor em relação ao equivalente do Ubuntu, por exemplo.
Os mp3 tocam por defeito sem a necessidade de instalar o respectivo codec, mas instalar os restantes não é tarefa assim tão fácil ou directa.

A nível de aplicações o Fedora, vem com um leque bastante atractivo, o que faz da distribuição uma boa solução para ambientes mais profissionais e onde os pormenores além do eye candy contam.
Não é (ainda) a melhor distribuição para quem anda à pouco tempo no mundo do Linux, é uma distribuição forte, com características bem interessantes, que apesar do visual agradável e limpo, terá ainda um bom caminho a percorrer no que toca à fluidez das coisas para o utilizador mais comum, que não vive sobre patentes palermices americanas e que acima de tudo não gosta de dar grandes voltas.

Jorge Palma – Encosta-te a Mim


Está fantástico o último sucesso do grande Jorge Palma, sublime.

Fedora 8

Agora que o lobisomem está cá fora e as vias para o sacar estão como um nariz no inverno, presumo que por este andar a instalação do Fedora 8, fique para Sábado ou Domingo.

Radiohead e os números livres

Thom YorkeQuando à um tempo não muito atrás, o grupo Radiohead apresentou o seu mais recente álbum, fora dos bolsos dominantes das editoras e totalmente livre para download, meio mundo abanou. Recentemente foram divulgados alguns dados resultantes do "processo livre" em torno do álbum, de todos os entusiastas que sacaram a obra através da página da banda, apenas 38% pagou. A média de pagamentos rondou os 6 dólares, tendo sido registado um maior número de pagamentos nos Estados Unidos da América onde inclusivamente os valores pagos também foram mais altos, cerca de 8 dólares.

Não são dados nem bons nem maus, é natural que um estado-unidense tenha maior facilidade em pagar o álbum do que um português que nunca ouviu falar do MBnet, não passando directamente por uma editora, talvez o lucro real da banda também seja muito maior (especulação) e isso é positivo quanto baste.

É surpreendente que num mundo onde todos são piratas aos olhos das editoras, 40% desses criminosos estejam dispostos a pagar por aquilo que realmente gostam, por aquilo que lhes foi dado a conhecer e não pelo que lhes foi simplesmente imposto. Ah! e tudo sem DRM…  

Ando um bocado trocado…

Pensar que é quarta quando ainda é terça, tens as suas consequências… ando louco, preciso de ser exportado e novamente importado, que é como quem diz, umas férias rápidas lá fora.