O LHC é a estrela cientifica do momento, não fosse alguém ter ouvido uma conversa de café de uns cientistas do CERN e talvez meio mundo ainda não soubesse que a Suiça e França têm fronteiras comuns.
O LHC tem a capacidade de acelerar partículas a uma velocidade 99,9999% semelhante à da luz, um dos intuitos para que foi construído é a explicação da maior parte das coisas que nos rodeiam, ainda que para nós não sejam visíveis, o Bossão de Higgs, considerado a partícula de Deus ou a Mãe das partículas, é uma dessas coisas.
Apesar de todo o conhecimento que possa vir ser gerado através do LHC, nada poderá ser mais desejado do que elementos chave para alimentar a Teoria do Tudo mais conhecida na actualidade como a Teoria das Cordas (ou Super cordas), trabalho esse ao qual Einstein dedicou os últimos 30 anos da sua vida.
Isto é tudo muito giro, mas então e os buracos negros?
A realidade é que o maior buraco negro que o LHC criou até ao momento, foi o da ignorância alarmista à larga escala.
Estes mini buracos negros, são na realidade de tamanho sub-atómico ou seja invisíveis, a sua energia não dará sequer para acender uma única lâmpada. A juntar a isto, eles são altamente instáveis, instáveis no sentido em que a sua deterioração é demasiado rápida para que consigam causar algum dano, eles aparecerão e desaparecerão mais depressa que um piscar de olhos.
Não sendo eu cientista nem a Maia, tive conhecimento destas coisas, lendo e seguindo aqueles que realmente sabem, neste caso o grande Michio Kaku, que curiosamente também usa WordPress na sua página.